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reabilitação profissional

Reabilitação profissional realizada pelo INSS e a volta do trabalhador com baixa instrução para o mercado de trabalho

Reabilitação profissional prevista na lei 8.213/91

Existe no Brasil a garantia constitucional de bem estar e Justiça Social aos trabalhadores, porém, a realidade é muito distante da meta idealizada pelo texto da lei maior, uma vez que o sistema econômico atual tem por objetivo a obtenção de renda e capital e não a aplicação ou construção de um programa de proteção social efetivo. Essa garantia constitucional está plenamente ligada à garantia de uma adequada reabilitação profissional.

A lei de benefícios da Previdência Social número 8.213/91 estabelece em seu artigo 18, III, ‘c’ que o serviço de reabilitação profissional é devido ao segurado e também ao dependente.

Esse é um serviço prestado pela Previdência Social que não exige carência do segurado, conforme está estabelecido no artigo 26, V, da mesma lei de benefícios. Isso significa que o segurado do INSS não precisa realizar um número de contribuições mínimas para ter acesso ao serviço de reabilitação profissional.

O sistema de reabilitação profissional atualmente estabelecido pela legislação mencionada não funciona e muitas vezes é empurrado aos trabalhadores que ainda não possuem condições de retornar ao trabalho, mesmo em outra atividade que na teoria seria compatível com a atual situação clínica do trabalhador.

Na prática ocorre um sub aproveitamento da mão de obra deste trabalhador, que ao retomar suas funções após ter o auxílio-doença cessado é designado a retornar ao trabalho para realizar atividades de menor importância na empresa. Podemos indicar como exemplo um trabalhador que retorna à empresa e é designado para permanecer em um local ou sala atendendo telefone ou acompanhando o movimento de entrada e saída, quando não permanece totalmente ociosos sem nenhuma tarefa para realizar.

O foco desse artigo é abordar as principais características do sistema de reabilitação profissional, principalmente para o trabalhador com baixa instrução, com o objetivo de constatar a real eficácia da reinserção profissional desses trabalhadores no atual mercado de trabalho tão concorrido.

Regras gerais de reabilitação profissional pelo INSS e a consequência para o trabalhador com baixa instrução

A principal hipótese de reabilitação profissional é quando o segurado está temporariamente incapacitado para realizar as suas atividades profissionais na empresa e recebendo o benefício de auxílio-doença.

Na redação fixada pelo artigo 62 da lei 8.213/91 é determinado que o segurado em gozo de auxílio-doença, insusceptível de recuperação para sua atividade habitual, deverá submeter-se a processo de reabilitação profissional para o exercício de outra atividade.

O benefício de auxílio-doença não deverá ser interrompido até que o segurado seja dado como habilitado para o desempenho de nova atividade que lhe garanta a subsistência ou, quando considerado não-recuperável, for aposentado por invalidez.

É necessário pontuar alguns elementos que dão ensejo à reabilitação profissional estabelecido pela lei de benefícios previdenciários. Vejamos:

  • segurado que esteja recebendo auxílio-doença;
  • impossibilitado de obter uma recuperação para voltar a trabalhar na mesma atividade;
  • enquanto não houver a reabilitação do segurado o auxílio-doença não poderá ser cessado;
  • segurado após passar pelo processo de reabilitação profissional deverá ser capacitado para exercer outra atividade que lhe garanta a subsistência.

O elemento mais importante da reabilitação profissional é a capacitação do trabalhador para exercer alguma atividade labora que lhe garanta a subsistência.

Não podemos considerar que um trabalhador esteja totalmente reabilitado para voltar a prestar serviço quando a sua nova atividade para o qual foi designado não seja compatível com as suas habilidades, assim como o valor pago a título de remuneração dessa nova atividade deve ser equiparada à que o trabalhador percebia antes da reabilitação.

Infelizmente na prática o trabalhador reabilitado é designado para uma tarefa ou atividade de menor relevância e muitas vezes a empresa aceita esse trabalhador por imposição do INSS que cessa o auxílio-doença e alega que esse trabalhador já pode retornar ao trabalho, mesmo sem ter condições clínicas de realizar qualquer atividade laboral.

Muitas vezes, esse infortúnio pode acarretar uma incapacidade ao trabalhador de forma permanente ou temporária, total ou parcial e, seguindo esta linha, verifica-se que a incapacidade é uma forma de exclusão social, pois não apenas impede as atividades mais elementares da pessoa, mas também a impossibilita de prover o seu próprio sustento.

A consequência dessa sistemática errada é o agravamento do quadro clínico do trabalhador que além das sequelas físicas, sofre também sequelas psíquicas devido à sua situação de impotência e limitação física vista com preconceito pelo empregador e pelos colegas de trabalho.

Quando a incapacidade ocorre por doença profissional ou acidente do trabalho, ao ser reabilitado o trabalhador conta com um ano de estabilidade, porém, quando essa incapacidade não tem relação com a atividade desenvolvida na empresa, essa estabilidade provisória não existe.

Em qualquer das hipótese, com ou sem estabilidade, o trabalhador aguarda a empresa demití-lo ou por não mais aguentar a pressão o próprio trabalhador pede demissão, mesmo sabendo das graves consequências financeiras que irá sofrer com essa atitude.

É nesse momento que a situação se agrava, pois ao tentar retornar ao mercado de trabalho esse trabalhador que em algumas hipóteses não possui um grau de qualificação adequado, simplesmente não consegue uma nova oportunidade de trabalho por contar com duas restrições:

  • baixa qualificação profissional;
  • limitação física e psíquica para realizar algumas atividades.

Além dessas limitações que o trabalhador que não é reabilitado de forma adequada pelo INSS sofre, ele também está submetido à outras questões de natureza subjetiva como preconceito da empresa ter em seu quadro de funcionários um trabalhador que pode gerar problemas por ser elevado o risco desse empregado se afastar do trabalho, assim como o empregador quando vai analisar o currículo e realizar uma entrevista com dois candidatos à uma vaga, sendo um reabilitado e outro não, certamente a escolha será direcionada para aquele candidato que não apresenta problemas ou histórico clínico.

Embora o artigo 89 da lei 8.213/91 estabeleça que a habilitação e a reabilitação profissional e social deverão proporcionar ao beneficiário incapacitado parcial ou totalmente para o trabalho, e às pessoas portadoras de deficiência, os meios para a (re)educação e de (re)adaptação profissional e social indicados para participar do mercado de trabalho e do contexto em que vive, esse objetivo está muito distante de ser efetivado e cumprido.

Negligência do Poder Público na fiscalização

É determinado pela própria legislação previdenciária no § 2ª do artigo 89 da lei 8.213/91 que compete ao Ministério do Trabalho e Emprego estabelecer a sistemática de fiscalização, bem como gerar dados e estatísticas sobre o total de empregados e as vagas preenchidas por pessoas com deficiência e por beneficiários reabilitados da Previdência Social, fornecendo-os, quando solicitados, aos sindicatos, às entidades representativas dos empregados ou aos cidadãos interessados.

O Ministério da Saúde juntamente com os Ministérios do Trabalho e Emprego e da Previdência Social, com a Política Nacional sobre Saúde e Segurança do Trabalho, objetivam a ampliação de suas ações visando à inclusão de todos os trabalhadores no sistema de promoção e proteção da saúde, a harmonização de suas normas e ações neste sentido, a reestruturação da formação em saúde do trabalhador e em segurança do trabalho e incentivo à capacitação e à educação continuada dos trabalhadores, dentre outras.

As medidas de proteção à saúde do trabalhador deveriam ser prioridade dos órgãos governamentais, bem como pelas próprias empresas privadas, pois o trabalhador, em sua grande maioria, não possui as informações mínimas sobre os riscos reais que vai encontrar no desenvolvimento de suas funções, realidade esta que pode ser atribuída a crença tanto do órgão público, quanto das empresas que não são necessários estes investimentos por acreditarem que os mesmos oneram ainda mais seus custos.

Como resultado desta deficiência, encontramos algumas doenças comuns, como surdez, originadas em ambiente de trabalho ruidoso, lesões por esforços repetitivos e as várias formas de intoxicação relacionadas à exposição a substâncias químicas, que muitas vezes poderiam ser evitadas ou minimizadas com um simples programa preventivo ou de orientação de medicina e segurança do trabalho, que somam-se a outros tipos de doenças dificilmente relacionadas ao trabalho, mas facilmente agravadas pelo labor: as “concausalidades”.

A falta de um critério justo e eficiente para a reabilitação do trabalhador acarreta prejuízo para o Poder Público e também para o empresário. Isso ocorre porque a falta de fiscalização e de um sistema de prevenção à acidentes do trabalho e doenças profissionais gera uma enorme demanda ao sistema previdenciário de trabalhadores que são vitimados por algum tipo de incapacidade laboral e pleiteiam no INSS o auxílio-doença.

Mecanismos jurídicos disponíveis para o trabalhador que após ser reabilitado pelo INSS é recusado pela empresa

Conforme evidenciamos acima, o trabalhador que é reabilitado pelo INSS na maioria dos casos não está efetivamente recuperado de sua incapacidade, assim como não está adequadamente reabilitado e capacitado para o exercício de outra atividade laboral, seja na mesma empresa, seja em outra.

Diante desse quadro gravíssimo o trabalhador apenas permanece aguardando a sua demissão, ou em alguns casos por não aguentar aquela situação vexatória acaba realizando seu pedido de desligamento da empresa. Essa situação se dá por conta das pressões psicológicas exercidas por seus superiores hierárquicos ou pelos próprios colegas de trabalho, diante de suas restrições laborais, independentemente de sua formação educacional ou profissional, bem como de toda sua experiência de trabalho, onde a falta de um destes torna ainda mais distante a possibilidade de reenquadrá-lo no mercado de trabalho.

Nesse passo o trabalhador precisa procurar o Poder Judiciário e tomar duas providências. A primeira está relacionado com a sua incapacidade laboral, pois na hipótese desse trabalhador se considerar inválido, permanentemente ou temporariamente, para exercer qualquer tipo de trabalho, deverá ingressar com ação judicial pleiteando a concessão ou o restabelecimento do benefício de auxílio-doença, bem como poderá pedir o auxílio-acidente e até mesmo a aposentadoria por invalidez.

A segunda providência que esse mesmo trabalhador pode tomar, separadamente ou concomitantemente com a primeira é ingressar com ação trabalhista contra empresa que eventualmente não tenha respeitado a estabilidade após o retorno, ou ainda não tenha recebido o trabalhador após a cessação do benefício de auxílio-doença, conforme já esclarecemos em um artigo específico sobre esse tema: Link do Artigo.

Tomando as providências mencionadas, o trabalhador poderá ter o seu benefício previdenciário por incapacidade restabelecido ou concedido, bem como poderá solucionar a questão da recusa da empresa de recebê-lo após a sua alta realizada pelo perito do INSS.

Considerações Finais

Devido a baixa qualidade do serviço de reabilitação profissional prestado pela Previdência Social aos segurados e dependentes, com objetivo de prover a reinserção do trabalhador no mercado de trabalho, o trabalhador que é submetido à essa reabilitação não tem garantida a permanência em seu atual trabalho de origem, bem como não consegue obter nova oportunidade em outra empregadora.

Embora a Previdência Social devesse proporcionar ao trabalhador todas as condições necessárias com tratamento digno e eficaz viabilizando uma recolocação no mercado de trabalho, infelizmente na prática isso não ocorre, prejudicando não apenas os trabalhadores, mas a sociedade como um todo, levando-se ainda em consideração os aspectos sociais.

Dessa forma, essa ineficiência da Previdência Social causa resultados negativos tanto para os segurados que não recebem o atendimento adequado, como para a própria Previdência, que acaba impondo este ônus aos empresários, sem qualquer fiscalização posterior, fazendo com que o trabalhador muitas vezes desqualificado seja subjugado pela sua própria incapacidade e tendo seu emprego e sua capacitação profissional, marginalizados.

Entendemos que o programa de reabilitação profissional atualmente disponibilizado pela Previdência Social necessita com urgência ser modernizado e reestruturado para atender às exigências das mudanças na esfera produtiva, o que representaria um enorme ganho para toda a sociedade, pois não podemos deixar a cargo exclusivo do empregador essa função, assim como também não podemos tomar com premissa que o empregado pretende burlar o sistema previdenciário para fazer jus a um beneficio permanente.

Waldemar Ramos Junior

Advogado, palestrante, professor, atua nas seguintes áreas do direito: Previdenciário, Trabalhista, Cível e Família. Possui livros publicados e artigos divulgados em revistas especializadas.

  • Jose Paulo Rocha

    Estou nessa situação,operei os dois ombros por lesão lablau e ruptura de tendões com colocação de âncoras nos dois braços,quando da primeira perícia na primeira cirurgia o perito do INSS,apesar de eu apresentar todos os exames de imagem e mais a CAT,me foi concedido o auxílio B31(o que pra mim já é um absurdo)pois tenho 20 anos de trabalho na mesma empresa e quando entrei na mesma eu era uma pessoa saudável,tanto que fui considerado apto ao trabalho em todos os exames admissionais,resumindo,entrei com ação judicial requerendo o benefício B94 e na perícia judicial me deu um laudo desfavorável,só que o referido perito além de não me examinar ainda colocou um tanto de inverdades no laudo pericial,contestei e estou aguardando definição do caso pelo juiz,enfim vou voltar ao trabalho dia 11 de abril,em trabalho compatível,pois além de força que segundo laudo do fisioterapeuta perdi 30 por cento em cada braço e alguns movimentos ficaram limitados e como não me foi concedido o benefício B91,volto e ficarei aguardando a demissão,nesse processo todo vi que além de profissionais desqualificados(peritos),não existem critérios no curso de todo o processo,pra se ter uma ideia a perícia judicial foi feita por um RADIOLOGISTA,sei que existem muitas fraudes e tentativas de burlar o processo,mas pensei que contra fatos comprovados não existisse argumentos,ledo engano.

  • Paulo Pontes

    E quando o trabalhador se recupera da sua patologia e quer retornar ao antigo cargo?

    • É possível, porém, isso depende também da análise do médico do trabalho que irá analisar se a recuperação do trabalhador ocorreu de forma plena a ponto de viabilizar o retorno na mesma atividade que anteriormente exercia.

      Na hipótese do trabalhador se sentir capaz e mesmo assim a empresa não aceitar o retorno na mesma atividade, a única solução, nesse caso, é o ingresse de ação trabalhista.

      • Paulo Pontes

        Boa tarde Waldemar
        Antes que eu terminasse o programa de reabilitação já me senti em condições de retorno a atividade habitual, informando a empresa e desistindo do estágio, porém tanto a empresa quanto o INSS ignoraram minha decisão e o não comparecimento no estágio que seria de 30 dias e fiz apenas 11, me dando aprovação no programa e me reabilitando assim mesmo, recorri da decisão junto ao INSS e esse recurso foi indeferido no sentido de que não teria direito ao benefício, porém o motivo colocado pelo perito foi “inexistência de incapacidade laborativa” . Onde também possuo um laudo de um médico especialista da própria empresa que declara que estou em condições de retorno ao antigo cargo e também um ASO do médico do trabalho da empresa como APTO ao retorno do meu antigo cargo. Mesmo assim o RH da empresa não aceita meu retorno alegando a existência do certificado de reabilitação o qual nem assinei. Já estou à meses nessa situação sem trabalhar por causa desse impasse.

        • Diante das informações fornecidas, somente com procedimento judicial onde você deverá ser submetido a uma perícia judicial para constatar se realmente você está apto a retornar para mesma atividade que exercia antes de receber o benefício por incapacidade. Na hipótese de ser constatado um erro de análise do INSS e também do médico da empresa, você pode receber também uma indenização.

  • Celso Roani

    Estou afastado do mercado de trabalho há 4 anos por síndrome do pânico, ansiedade e outras doenças psíquicas. Trabalhava na área de Engenharia. Recebo auxílio doença do INSS via ação judicial e agora eu tenho uma perícia para fazer. Estou preocupado sobre meu futuro justamente por não estar vinculado a empresa nenhuma (eu estava desempregado quando ganhei na justiça). Pesquisei sobre essa Reabilitação e pelo que entendi continuo recebendo o benefício até eu estar comprovadamente apto para exercer outra atividade diferente da que eu exercia por meio de certificação. No final do processo de Reabilitação eles cessam o benefício e eu que tenho que me virar em achar emprego? Ou eles continuam cedendo o auxílio e acompanhando até a pessoa se recolocar?

    • Devido a MP 739, é possível que a reabilitação seja realizada mesmo para uma atividade semelhante a que deu origem à sua incapacidade laboral. Na hipótese do INSS considerar você reabilitado mesmo sem estar, desde que exista um agravamento no seu quadro clínico, sugiro que ingresse com nova ação para requerer o restabelecimento do benefício, na hipótese desse ser cessado.

      • Celso Roani

        Obrigado.

  • Mayla Ranna

    Dr. Waldemar um colega ingressou no programa de reabilitação profissional e foi lhe ofertado um curso técnico X oferecido pelo SENAI. Ocorre que ele tem interesse te graduar-se. Levantados os curtos de ambos os cursos, tanto o técnico como a graduação possuem mesmo valor, vez que o segurado conseguiu bolsa parcial na universidade. Haveria a possibilidade de substituição? Após uma breve lida na Lei nº 8.213/91, não verifiquei nenhum instrumento normativo que a impossibilitasse, entretanto, não localizei nenhuma jurisprudência neste sentido.

    • Inovatyon Consórcio

      olá boa noite gostaria de saber se você tem alguma resposta a respeito do seu questionamento eu estou na mesma situação, porém eu jz estou cursando o ensino superior e gostaria mesmo de manter meu beneficio ate a conclusão desde já agradeço e aguardo resposta

  • Carlos

    Quando o segurado recebe o auxilio acidente e faz a reabilitação profissional e volta ao mercado do trabalho como deficiente físico com uso de muleta , então a minha pergunta é doutor ! !!!
    Então com o recebimento de auxilio acidente o tempo que ficar desempregado pode pedir auxilio doença , o tempo parado a pessoa estar segurada no INSS sem precisar pagar como autonomo para manter a seguridade do INSS , e se aposenta com quantos anos ? e os anos que trabalhou como pessoa normal e ficou no auxilio doença conta para tempo de contribuição ?

    • O período que o segurado recebe de auxílio-doença conta no tempo de contribuição para concessão de aposentadoria.

      O segurado que está em gozo de auxílio-doença ou auxílio-acidente não perde a qualidade de segurado e pode requerer outros benefícios, assim como na hipótese de falecimento os dependentes recebem a pensão por morte.

      • Carlos

        Muito obrigado Doutor , eu tenho 3 anos de auxilio doença então eu não perco esses 3 anos né ……. Eu vou retornar ao trabalho como deficiente físico , mas se eu não conseguir emprego em 12 meses, vou dar entrada na aposentadoria por invalidez !!!

  • Tim

    Prezados, no que se refere a demissão do trabalhador reabilitado, importante observar a regra contida no Artigo 93, §1 da Lei 8213/91, de que a somente poderá ocorrer a demissão após contratação prévia de outro trabalhador reabilitado:

    “Art. 93 – § 1o A dispensa de pessoa com deficiência ou de beneficiário reabilitado da Previdência Social ao final de contrato por prazo determinado de mais de 90 (noventa) dias e a dispensa imotivada em contrato por prazo indeterminado somente poderão ocorrer após a contratação de outro trabalhador com deficiência ou beneficiário reabilitado da Previdência Social.”

  • Luciano Silveira

    Boa noite , minha pergunta é Dr. Waldemar , eu estou fazendo curso técnico encaminhado pela reabilitação do INSS ,se eu reprovar no curso que estou fazendo oque acontece comigo..pois estou a muito tempo sem estudar e agora me obrigaram a fazer um curso técnico de Administração..por favor me ajuda..

  • Jefferson Martins

    Boa noite Dr Waldemar então estou em reabilitação profissional de 30 dias mas apesar da mudança de cargo ainda sinto muitas dores no quadril eu tenho artrose no quadril, fui no medico da previdência expliquei pra ela que ainda sinto dores e tal mesmo assim ela pediu pra eu continuar o treinamento mesmo com dor se não eu ia perder o beneficio estou indo mesmo só pra cumprir presença mas oque eu faço agora não consigo trabalhar nessas condições.

  • Inovatyon Consórcio

    Boa noite DR Waldemar fui encaminhado para a reabilitação profissional e fui inserido em um curso técnico no Senai, porem desde o inicio eu informei a assistente social a condição de que estava cursando um curso superior em engenharia civil, conclui o curso técnico e fui convocado para uma pericia no intuito de receber alta, segundo fui informado pela assistente social e pelo médico perito e consegui ganhar mais uns meses pra tentar recuperar meu trabalho anterior porem o medico disse que não libera pra função antiga e no onde trabalhava já fui advertido quanto a demissão, gostaria de obter informações quanto a continuar a reabilitação com a inclusão do curso superior, e se receber alta terei que trancar a faculdade faltando 2 anos pra formar.

  • Marcio andré

    Bom dia. Dr Waldemar, meu nome é Marcio andré, moro aqui em Maceió/Al. e estou desesperado, minha situação é a seguinte: há cerca de 4 anos estou afastado da empresa e recebia auxilio-doença por conta de um quadro clinico de doença que fui acometido e diagnosticado como LABINRINTITE, minha função na empresa era de Motorista; ao longo do tempo por vezes meu beneficio foi cortado e eu recorria e o inss me concedia novamente, até que fui jogado para reabilitaçao; porém, depois do treinamento fiz novos exames e constatou-se que ainda estou doente, inclusive no período de treinamento tive 2 crises no setor de trabalho, que me colocaram como Porteiro/segurança; ainda me sinto doente, fui ao médico levei os exames e obtive o laudo de incapacidade, só que o inss cessou meu beneficio e me jogou para empresa alegando que estou bem, desconsiderando o resultado do exame e o laudo médico, me obrigando a voltar para empresa. Só que a responsável da empresa já me alertou, que se eu não estivesse bom ela não me aceitaria e deixou no ar que até poderia me demitir. O que faço Dr. isso é legal? me ajude por favor. se o sr. tem contato de algum advogado sério aqui em minha cidade, por favor me avise. desde já aguardo resposta e agradeço pela atenção.

  • Madamemi Madamemi

    Dr Waldemar, boa tarde!!! Poderia me enviar um número de contato. Necessito de um advogado especialista em Direito Previdenciario. Fico no aguardo

    • Boa tarde. Basta enviar a sua solicitação através do nosso formulário de contato que você receberá os dados de contato. Atenciosamente, Waldemar Ramos.

      LINK: http://bit.ly/2936XxK

      • Madamemi Madamemi

        Já enviei. Aguardo retorno. Obrigado

  • magno

    Dr. Waldemar Bom dia ,sofri um acidente perdi parte dos dedos da mão fui reabilitado ja estou trabalhando a 1 ano e seis meses como aux.; almoxarife porem não mudaram minha carteira, ainda continua auxiliar de produção ,ja fiz dois exames periódicos onde consta setor produção, e o almoxarife faz parte do setor adm, também tenho restrições pra não pegar peso, mas descarrego caminhões de matéria prima madeira chapas de aço acrílico, sou auxiliar e to fazendo serviço de almoxarife, acho que eles querem que eu peça demissao , posso entra com uma demissão indireta por aa empresa não ter comprido o acordo determinado ? e a mudança de função na carteira ?

    • Pode sim, necessário que faça isso por intermédio de uma Reclamação Trabalhista.

      • magno

        Obrigado.

  • eduardo lopes

    bom dia dr..estou a 7 anos encostado pelo inss. porem eles me mandaram p reabilitação..mais estou com laudo q ainda estao estudando meu caso joelho……pra depois operar….mesmo eu estando em em tratamento ainda eles pode me por na reabilitação tenho so a4serie….muito obrigado..ando de moletas grato;;;

    • Caro @disqus_K4GKbQJI5O:disqus sugiro que você ingresse com uma ação judicial para transformar o auxílio-doença em aposentadoria por invalidez ou auxílio-acidente. Dependendo dos laudos, é possível também ingressar com pedido de indenização trabalhista contra empresa.

  • Lidiane

    Ola Dr .waldemar estou na reabilitação a uns 4 anos agora me encaminharam para um novo emprego porque a empresa onde estou vinculada diz que nao tem onde me encaixar.mas o problema é que o salário é a metade do que ganho.sou obrigada a aceitar como isso funciona?desde ja agradeço

    • Prezada @disqus_l0j5uyHZR0:disqus na hipótese de você ser readaptada na mesma empresa, mesmo que em outra atividade, a sua remuneração deverá ser a mesma. Agora, na hipótese de você encerrar o seu vínculo com a atual empresa e obter nova oportunidade de emprego em outra atividade, a sua remuneração poderá sofrer redução de acordo com o piso salarial da nova atividade.

      Sugiro que você procure a justiça para ingressar com ação a fim de requerer a concessão do auxílio-acidente ou da aposentadoria por invalidez.

  • elcione julio de souza

    Olá Waldemar trabalho de pedreiro em uma empresa que presta serviço na estatal cedae em Teresópolis. Sofri um acidente (traumatismo craniano e trauma tórax ) em fevereiro 2016 perdi a visão direita e capacidade de trabalho do braço direito. Agora o inss mim encaminhou para a reabilitação. O que eu faço agora sou obrigado a trabalhar onde eles quiserem.

    • Prezado @elcionejuliodesouza:disqus sugiro que você ingresse com ação judicial para transformar o auxílio-doença em auxílio-acidente ou aposentadoria por invalidez.

      Na hipótese do INSS considerar você apto a desenvolver outra atividade e mesmo assim você não se sentir apto, a única alternativa é ingressar com a medida judicial.

      • elcione julio de souza

        Muito obrigado dr Waldemar atualmente o meu benefício é esp 91auxilio doença por acidente do trabalho. Vou procurar ajuda muito obrigado.

  • IRENILDA DO NASCIMENTO FREITAS

    bom dia DOUTOR Waldemar Ramos estou na reabilitação há um ano agora termimou em 18 de dezembro só que a DOUTORA DO INSS disse que mandaria mim chamar só ki ela ta de ferias só retorna no dia 16/01/17 o ki devo fazer???

    • @irenildadonascimentofreitas:disqus sugiro que você compareça no posto do INSS e colha as informarções necessárias para evitar a cessação do seu benefício. Pois o não comparecimento na reabilitação acarreta a cessação/suspensão do benefício.

  • NIVALDO GONÇALVES

    BOM DIA DOUTOR ESTOU REABILITADO NA MESMA FUNÇÃO MAS COM CERTAS RESTRIÇOES SE O EMPREGADOR ME COLOCAR PARA TRABALHAR EM UMA FUNÇÃO QUE NÃO CONSIGA TRABALHAR O QUE DEVO FAZER A QUEM DEVO RECLAMAR , POIS SEI QUE AO INSS NÃO ADIANTA DE NADA.

    • @nivaldogonalves:disqus na hipótese de você ser deslocado para uma atividade ao qual não consiga realizar devido as suas limitações, não haverá outra alternativa a não ser ingressar com ação trabalhista para que você seja transferido para o mesmo posto de trabalho ou para outro que seja compatível com as suas limitações.

  • IRENILDA DO NASCIMENTO FREITAS

    Boa tarde doutor Waldemar cnoomo ja falei estou na reabilitação ha um ano e terminou dia 18 /12/16 entao dia 19 voltei ao INSS só ki minha doutora ta de féria só retorna dia 16/01/17 mim disseram e a doutora deu um parecer no dia 02/12/16 e mim deram uma Folha com a data ki ela olhou meu caso dia 02/12/16 e então mandaram eu falar com a doutora dia 17.o que devo fazer e o ki quer dizer o visto do dia 02/12/16???

    • Prezada @irenildadonascimentofreitas:disqus somente analisando os documentos para constatar com exatidão o que ocorreu e quais as providências a serem tomadas. Se você for de São Paulo, veja a nossa página de contato. Na hipótese de ser de outro Estado, sugiro que procure um advogado de sua confiança para lhe passar as orientações de forma adequada, pois sem verificar os documentos e colher maiores informações não há como lhe orientar de forma adequada.

  • Bruno Santos

    Boa tarde sou de minas gerais passei por uma pericia depois de três anos recebendo auxilio doença eles mim encaminhar ao para reabilitação mas n tenho movimento nenhum no braço direito eles mandarão eu voltar a estudar e eu não consigo escrever rápido pq aprender a escrever com a esquerda mas bem devagar eu sou obrigado a estudar ou seja sou obrigado a aceitar a reabilitaçao

    • Prezado @disqus_BxNtSgvq20:disqus na hipótese de você se sentir incapaz de realizar outra atividade profissional deverá ingressar com ação judicial pleiteando o benefício de aposentadoria por invalidez ou auxílio-acidente.

  • Bruno Santos

    Entendir mas só poderei entrar com ação depois de suspender o beneficio ou posso ta entrando antes??

  • CARLA

    Estava na reabilitação que terminou dia 25 de janeiro 2017 , me deram alta pra voltar ao trabalho mais a empresa que eu trabalhava fechou ( faliu), qual é o procedimento agora….

    • @disqus_ECujbc7an7:disqus duas possibilidades: Ação contra o INSS para restabelecer o benefício e ação trabalhista contra a empresa para obter o seu crédito trabalhista.

  • Oswaldo

    Boa tarde Doutor Waldemar, hoje passei na pericia para o auxilio doença e depois de 2 anos e 4 meses, eu entrei no serviço de reabilitação, mas tenho uma doença cardíaca grave, que chama endomiocardiofibrose,
    que me dá falta de ar e muitas dores no peito . levei o relatório médico, que ainda dizendo isto que é uma doença cardíaca grave . Gostaria de saber se estando na reabilitação do INSS, posso entrar com ação judicial.

    • @disqus_s5b3tNTM0I:disqus Pode sim Oswaldo, imediatamente.

  • chadya lins

    tem como fazer a transferência do local de habilitação, de um estado para o outro?

    • @chadyalins:disqus Essa informação você pode obter no telefone da Previdência Social 135.

  • vivian rosa

    Olá Dr.! Estou a quatro anos no auxilio doença do INSS, fui mandada para curso de reabilitação profissional, estava esperando para fazer o curso, agora surgiu um , estão me mandando para um curso de dois meses, (cursinho) , por que o técnico não dão , . Tenho que aceitar me foi dito por eles no INSS!tenho uma patologia de uma doença autoimune, LUPUS¨… ainda não tem cura pela ciencia , vc pode esta bem como pode esta mal, vai e volta, a empresa que trabalhei não existe mais, eu tenho direito aposentadoria? EU JA PODERIA DA ENTRADA antes De começar o curso . você indicaria ALGUÉM , me auxiliar juridicamente

    • @vivian_rosa:disqus Sugerimos que você ingresse imediatamente com ação judicial para converter o seu atual benefício em aposentadoria por invalidez. Você pode ingressar com a ação que não haverá nenhum prejuízo com o recebimento do seu atual auxílio. Procure um advogado de sua confiança em sua Cidade para realizar o procedimento. Na hipótese de você ser de São Paulo, Clique nessa página e agende uma consulta: http://bit.ly/2ik1Sls

  • Vander P.B

    Olá Doutor, fiquei em auxilio-doença por 2 anos e fui encaminhado à reabilitação em 12.07.16, de lá pra cá, não fui convocado nenhuma vez… A moça que me atendeu na época, disse que eu não entrasse em contato com eles, pois eles me ligariam. Meu benefício foi prorrogado por 01 ano, ou seja, vencerá em 12.07.17. Como proceder? Posso perder meu benefício se ultrapassar essa data, ou ele será prorrogado automaticamente, já que não fui chamado para comparecer? Desde já, Obrigado.

    • @thelastvander:disqus Sugerimos que você ingresse imediatamente com ação judicial para converter o seu atual benefício em aposentadoria por invalidez. Você pode ingressar com a ação que não haverá nenhum prejuízo com o recebimento do seu atual auxílio. Procure um advogado de sua confiança em sua Cidade para realizar o procedimento. Na hipótese de você ser de São Paulo, Clique nessa página e agende uma consulta: http://bit.ly/2ik1Sls

      O seu benefício não será prorrogado automaticamente, provavelmente você será convocado para realizar uma nova perícia.

  • Selma Serodio

    Fiquei afastada por mais de 2 anos por acidente de trabalho. Tive alta do INSS mas a empresa me considerou inapta, suspendeu meu pagamento. Como já tinha tempo para aposentadoria por idade e contribuição resolvi aposentar, mesmo perdendo dinheiro porque já não mais suportava as humilhaç˜oes do INSS e do empregador. Posso reverter minha aposentadoria por idade por aposentadoria por invalidez?

    • @selmaserodio:disqus É possível somente por intermédio de ação judicial. Porém, sugiro que você faça uma consultoria para saber se o valor da aposentadoria por invalidez será realmente maior do que a atual aposentadoria por idade que você recebe. Ademais, o benefício por invalidez pode ser cessado, já a aposentadoria por idade não.

  • Elane

    Olá! Estou sendo reabilitada pelo INSS a 6 meses(processo judicial). Porém vou ter q mudar de país teria como eu cancelar essa reabilitação, abrir mão assinando algum termo dizendo q eu desisti?

    • @disqus_KLCBCCkeDb:disqus Na maioria dos casos o segurado que está em processo de reabilitação recebe o benefício de auxílio-doença. O seu não comparecimento na reabilitação acarreta a suspensão do benefício. Assim, você pode comparecer no INSS e solicitar o “cancelamento” da reabilitação ou simplesmente não comparecer.

  • maria da paz teixeira lima

    boa tarde dr. o perito nao autorizou a reabilitação e mandou para outra peria , foi acidente do trabalho estou ha 5 anos no beneficio ,com faço

  • Ezequiel Santos

    Boa tarde doutor sou aposentado por invalidez,03 anos e 4 mês no auxilio-doença e 03 anos e 03 mês na aposentadoria invalidez lembrando que foi concedida por ordem judicial, o que acontecerá se eles me reabilitar ao trabalho ou cessar o beneficio

    • @disqus_u4gyHfTxWy:disqus você deverá retornar ao trabalho. Poderá, também, ingressar com ação judicial para restabelecer o seu benefício.

  • Jairo Costa

    Olá Dr. Waldemar. Prazer. Bem, Sindicato emitiu a CAT, INSS concedeu Benefício 91 em 2009. Cessou em 2010. Entrei na Justiça, ganhei liminar em 2012, em 2013 Sentença 1ª Inst; reestabeleceu Beneficio 91. Agora em Dezembro 2016, ganhei em 2ª Instância, confirmando sentença. Nela, confirmada, reza que INSS reestabeleça meu beneficio acidentário até a completa recuperação, ou, ao final que o INSS me coloque no programa de reabilitação. Veio o pente fino e marcou para mim a perícia para julho/2017. Eu fiquei deficiente do ombro esquerdo, perda de força no braço e deficiencia sensorial (E). Perda de elevação, (Não eleva acima do horizonte), traz complicações na coluna. Tenho parafuso e cordões de aço, estilhaços de osso que não puderam ser retirados. Sofro de Dores, falta de força, dormências e limitação funcional do ombro e braço Esquerdo. O que posso levar e fazer para que o perito me encaminhe para a reablitação no dia da perícia? Tenho laudos, exames, receitas, tomo, ENM… Laudo do Detran por Deformidade Adquirida do Ombro E e laudo de médico credenciado ao INSS… Me ajude aí….

    • Prezado @disqus_sO0iGjxOOM:disqus na hipótese do INSS não encaminhar você para reabilitação, sugiro que ingresse novamente com ação judicial pleiteando o benefício de auxílio-acidente ou aposentadoria por invalidez. Na mesma ação, caso seja pedido apenas o auxílio-acidente, poderá requerer, também, que o INSS seja compelido a reabilitá-lo em alguma atividade compatível com as suas limitações físicas.

  • Simone

    Boa tarde Dr. Fiz uma cirurgia de coluna cervical evfiquei com seqüelas devido a lesao medular. Estou acdoiscanis com auxilio doença e agora marcaram minha reabilitação profissional. Perdi movimentos e sensibilidade membro superior direito, caso minha empresa não mecaceite por falta de movimento e incapacidade de exercer minhas funções, como ficaria meu caso com o INSS? Eu poderia continuar com auxilio doença? E nesse caso eu teria estabilidade por um tempo navempresa? Obrigada

    • Prezada @disqus_GRjU8A2HnW:disqus no seu caso só é possível passar alguma orientação após analisar todos os seus documentos. Sugiro que procure um advogado de sua confiança para apresentar a documentação para análise. Na hipótese de você ser de São Paulo, entre em contato conosco através da nossa página de contato.

  • Marcelo Nakamura

    Boa tarde Dr.
    Meu irmão sofre de Transtorno Obsessivo Compulsivo que o afeta ao nível de limitá-lo psiquicamente a desempenhar qualquer atividade de forma igual à outra pessoa sem essa limitação. Com rituais, ruminações, excessos que o faz levar um tempo muito grande até para atividades simples.

    Esse tipo de condição (CID10.F42.2) é eligível para a Lei das Cotas? É possível, com o devido laudo médico, obter o benefício?

    Atenciosamente,
    Marcelo Nakamura

  • PATRÍCIA

    Olá Dr. Waldemar, meu esposo encontra-se em processo de reabilitação, está fazendo um curso que ainda faltam 2 anos para terminar. Ele tem problemas de coração, o valor do auxílio doença é metade do antigo salário, então surgiu a oportunidade dele trabalhar de UBER, que é uma função que não gera problemas em seu tratamento de saúde. PERGUNTO: Ele fazer alguma atividade para complementar o valor do benefício, mesmo sem carteira assinada, pode gerar algum problema?

    • @disqus_zMGJ9LAQOT:disqus Provavelmente o benefício do seu esposo será cessado, pois quem recebe auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez não pode exercer nenhuma atividade laboral, uma vez que o pagamento do benefício só ocorre quando o segurado se encontra totalmente incapacitado. O exercício de qualquer atividade profissional, mesmo que informalmente, é motivo para cancelamento do benefício.

  • Valeria Palma

    ,Olá Dr Waldemar ,eu estive por 3 anos encostada no auxilio doença,pois eu precisava de uma cirurgia na coluna e esta foi feita a 3 meses e minha prorrogação vence dia 14/03/2017 e vou voltar a trabalhar
    1°preciso ter alta do medico?
    2°o empregador pode mudar minha função?(sendo que eu trabalhava sentada e acomodada,e depois da cirurgia ele quer que eu vá pra função de vendas a qual terei que subir escada e colocar sapato no pé do cliente)
    3°podem me dispensar?

  • Sandra

    Olá! Dr. Waldemar. Ganhei bebe em abril e passei minha licença a maternidade fazendo quimio e quando acabou comuniquei empresa. Estou afastada por auxilio doença desde agosto 2016( cancer de mama na gestação)operei em setembro, fiz radioterapia ..e antes de sessar o benefício 28/02 entrei em contato com a empresa, pois a medica me deu relatório com minhas limitações, o Rh pediu que eu remarcasse nova perícia. Remarquei para 27/03, e agora o que eu faço? A empresa fechou e está esperando o inss decidir pra resolver minha situação , no caso fiz mastectomia com esvaziamento axilar ( o qual tenho que ter cuidado específicos para o resto da vida) e não vou poder mais exercer minha Profissão por conta do risco de ter um linfedema ( Sou Protetica) ..posso me candidatar a vaga de portador de necessidade especial ? Desculpa o textão, mas tenho todas essas duvidas. Obrigada .

  • Tatiana Souza

    Ola estou no inss 3 anos entrei na justica contra o walmart ganhei ja recebi o dinheiro essa semana recebi alta do inss quando tive audiencia o advogado me falou que eu nao tinha mais nada a ver com a empresa so que ate hj nao entendi queria saber se qd eu voltar ja vou pra rua ou terei q trabalhar ainda estava no inss por depressao e sindrome do panico por assedio de um colega tenho ate b.o de 2 anos atras

    • @disqus_J5MIiLwLCM:disqus somente o seu advogado tem condições de lhe passar uma orientação adequada, uma vez que ele tem conhecimento dos documentos e do processo. Mas conforme você informou, como já ingressou com ação e já recebeu valores, possivelmente não exista mais vínculo empregatício e por tal motivo não há mais o que se requerer contra a empresa, porém, isso somente o seu advogado poderá orientá-la de forma adequada.

  • 2leno

    Olá! Dr. Waldemar.estou realizando a reabilitação profissional e terminei o curso,só que tenho limitação e esse curso exige quase em sua totalidade uso de força,movimentos de subir em escada e outras coisas,tenho um relatorio do médico que fala das minhas limitaçãoes por causa de sequela no joelho(artrose,condropatia e outras tudo sequelas do acidente)fui diagnosticado com transtorno afetivo bipolar grave e o medico psiquiatra mandou permanecer seis meses afastado cid F-31.4 e estou com um pedido de cirurgia de ombro e tambem, tenho o relatório desse outro médico dizendo que não posso realizar nenhuma atividade laboral nesse momento,más o inss quer me obrigar a fazer estagio na area do curso para eu pegar meu diploma e ser cessado meu beneficio.mesmo eu mostrando o laudo eles disseram que se eu não entrar em um estágio em 30 dias sera cessado meu beneficio o que eu faço?tenho que fazer a cirurgia e eles estão me obrigando a deixar de fazer a cirurgia pra fazer estagio! obrigado.

  • Luciano

    Ola Doutor,sou motorista de passageiro de onibus coletivo e estou encostado no inss a 5 anos por extrese e depresao,o inss me encaminhou a um curso de reabilitacao,escolhi o tecnico em mecanico,agora terminei o curso e eles me darao alta,só que ainda nao me curso pois estou muito estressado ,ancioso ,irritado,eles podem me dar alta mesmo assim??obrigado pela atençao

  • Cristiane Caetano

    bom dia, estou na reabilitação a mais de 4 anos, sendo que neste periodo não tive nennhuma melhora do meu quadro que é periodicamente comprovado por ressonancia magnetica, nestes exames afirmam que tenho tendinose, tendinite, osteoartrose, bursite, cisto sinuvial, e artrose tudo no ombro e braço direito. recebi a noticia de que irei voltar ao trabalho na proxima semana na mesma função de origem, isto é legal? alem dos problemas fisicos, tenho também diagnostico de depressao devido a tudo que passei no meu ambiente de trabalho e ter adoecido lá. gostaria de saber quais os meus direitos e como agir nesta situação.

  • Eder Lisboa

    boa noite dr.

    acidentado com redução da capacidade laborativa devido amputação, ao ser reabilitado em nova função pode ter o salário reduzido?

  • mauricio moraes de souza

    olá doutor waldemar fui demitido da empresa por causa de problema de coluna uma ernia de disco lombar e cervical fiz uma ressonancia da coluna toda deu uma ernia de disco meu medico mandou munda de cargo sem esforço fisico ai meu medico me encamilhou para fazer fisioterapia com ortopedista mesma assim a minha empresa me mandou embora sem me mandar para o inss eu juntei o exame e laudos médico marquei pericia médica ai fiquei recebendo auxilio doença por um ano 3 meses ai me ligarão para fazer reabilitação profissional não me deixarão escolher curso fui forçado aceitar o curso si não perderia o beneficio fiz curso não senti nenhuma fimerza nesse curso achei fraco e pior assistente rh de 5 meses curso pra contratar pessoas isso não pra mim ainda sem curso de infomática na aerea de administração não mi derão garantia de emprego mandou procura cine mercado de trabalho tenho 30 dias para entra com recurso minha advogado que coloqei firma da justiça diz ela que não da area dela de fator previdenciario recebi o certificado de reabilitado do inss estou com exame entrega rx da coluna a prefeitura não estão pagando os medicos que eu faço

  • RHONCOLAB

    Boa tarde,
    A empresa é Obrigada a aceitar essa reabilitação profissional? O INSS solicitou a mudança de função de uma cozinheira , mas a empresa não tem vagas. Qual a base legal que o INSS usa pra solicitar ou determinar essa mudança de função? tem de fato poder pra isso? E como funciona essa reabilitação ? a empresa ou o INSS que pagará enquanto reabilitado na nova função? o que a empresa pode fazer quando não se trata vaga pra recolocar este colaborador?

  • josias da silva vida

    Bom dia!
    Dr. Waldemar,
    Eu estava no auxilio doença desde 18/09/2014, sendo foi negado dia 2732017. Com desgaste da CASTILAGE na coluna lombar, que foi submetido no dia 19/03/16 a uma Cirurgia da Coluna lombar que me colocaram 8 parafuso S1, L5, L4 e L3. Por motivo de muita dor na coluna e nas panturrilhas com 1 ano e 08 dias depois, da Cirurgia, continuei sentindo muitas DORES nas panturrilhas, continuando as dores na coluna, aumentou sendo que, o nervo ciático esta irradiado com o movimento do dia e noite.
    Estou com muita dor e a sensação de inchaço, tendo que andar com uma muleta, para aliviar a pressão da dor, não posso ficar muito tempo sentado, não posso andar muito, pra ajudar no dia 27/03/17, a perita suspendeu o meu beneficio. Pois o INSS impôs, uma determinação, que não foi cumprida a determinação de voltar pra escola, por ficar aguardado o comunicado pelo Setor responsável, Foi feita uma Perícia 13/10/2016 para comparecer dia 25/10/2016, fui encaminhado para a reabilitação. Assistente social, me disse que o Setor responsável, entraria em contato, para informar como seria esse o procedimento. Passou 3 meses não fui informado de nada. E Fui buscar informação falarão que foi falha do setor Responsável, dizendo que Teriam que ter me informado para voltar a sala de aula. Me matricular em uma escola para completar o Ensino Fundamental, pois, só tenho a 4ª série primária. Hoje estou a caminho dos 58 anos, completo em agosto, tenho um procedimento de artrodesi na Coluna lombar com 8 parafuso. Tendo também 45 % de perda auditiva, tenho zumbido constante no ouvido, tomo remédio diariamente, para tentar diminuir o barulho do Zumbido, faço uso do aparelho Auditivo, já tenho mais de 30 anos de contribuição INSS. Na empresa trabalhava como motoboy já passou pra frente não sei o que fazer. Não tenho condições de trabalhar. Gostaria de voltar a receber meu Auxilio novamente, pois nessecito dele para meu sustento.

  • maria stela levy

    Boa Noite Dr.Waldemar
    Sou funcionaria publica municipal a 14 anos, , A seis meses atraz sofri um acidente de trabalho que nao me afetou fisicamente mas emocionalmente , psicologicamente nao tenho mais condicoes em retornar para minha função, nao quiseram reconhecer como acidente estou em tratamento psiquiatrico e fazendo terapia , mas estou com auxilio doença comum. quero por favor se tem alguma forma de reverter isso e como faço , pois ate hoje nada se resolveu , procurei o sindicato e nada se resolveu, tenho encaminhamento para abertura desse acidente, que inclusive foi aberto mas nao reconhecido, seria possivel eu ser encaminhada para o programa de reabilitação.

    agradeço desde ja

  • Antonio Ribeiro

    Sou empregado público na função de assistente de administração com salário de 7.000 e alguns colegas foram readaptados em 1989 da função de digitador 30hs semanal com salário de 5.000 pra a mesma função minha de assistente 40hs armando com o mesmo salário meu de 7.000.
    Só que fiquei sabendo agora que os readaptados no total de 9 empregados foram contemplados em 1989 com aumento de 27,6% e agora em 2017 com mais 5,4% totalizando 33%.
    Diante do exposto eu posso pleitear na justiça esses mesmos 33% pra equivalência salarial.

  • AzevedoKill RJ

    Fiquei afastado por um e dois meses e fiz nova pericia e me colocaram pra fora msm sem condiçoes de trabalhar, não dei entrada na Federal por demorar muiti e meu tratamento não pode parar por questão financeiros; queria saber nesse caso quando a pessoa retorna qual tempo posso me afastar novamente caso realmente for necessario, ou uma nova pericia normal pelo Inss, novo beneficio, como faço nesse caso….obg

  • Selopp

    Sou bancário acidentado (assalto!), afastado 3 anos por B91. Depois, fui “reabilitado” na “função inferior” de escriturário, após dois meses de “treinamento”, na “mesma função de quando ingressei no Banco do Brasil”, há 15 anos. Por motivo de TEPT do trabalho não posso mais ser caixa ou ascender a tesoureiro e afins. Pior: “estou ganhando menos que 2/3 do que auferia. Isto está “comprometendo mais a minha saúde”! O que “pode ser feito”! Isto “não pode ser de lei”! Carrego a “doença do trabalho” e ainda “ônus financeiro”?

  • Ana Claudia Vitor

    Bom dia, meu marido era autônomo, sofrreu um acidente de carro e teve que fazer uma cirurgia na perna, colocou uma prótese total do quadril,não podendo mais pegar peso nem retornar a fazer o que fazia antes, fcoui pelo INSS e entrou mais tarde na reabilitação ao trabalho como porteiro, por em pegava bastante peso carregava malas, trabalhou durante quatro anos nesta empresa que consegui através dá reabilitação ao trabalho, porém agora foi mandado embora, tem pouca instrução,, e essa deficiência na perna pois tem uma prótese total.Gostaria de voltar ao campo de trabalho novamente, como faço? Entro novamente com pedido para a reabilitação? A firma sabia de suas limitações e mesmo assim ele exercia suas funções para não ser dispensado.Dificil conseguir um emprego com baixo estudo e sendo considerado deficiente por alguns.tem 50 anos de idade

  • Claudete Orbolato

    Boa noite Dr. Waldemar meu nome é Cléber Ribeiro estou afastado do trabalho 10 anos, com cirurgia de hernia discal na cervical e Lombar.
    estou passando pela reabilitação, mas o ultimos exames mostraram novos problemas o que fazer? obrigado.

    • Recomendo que ingresse com procedimento judicial para obter um benefício por incapacidade ou indenização através de reclamação trabalhista. Porém, para uma orientação adequada somente analisando todos os seus documentos. Atenciosamente, Waldemar Ramos

  • Maria das dores vitor

    Bom dia!
    Foi encaminhada pra reabilitação na empresa na mesma função de antes do acidente de moto onde tive graves lesões no joelho e sequelas, n tenho condições de movimentos respetivos, sinto dores fortes…
    Como devo agir?

    • Recomendo que ingresse com procedimento judicial para obter um benefício por incapacidade ou indenização através de reclamação trabalhista. Porém, para uma orientação adequada somente analisando todos os seus documentos.

  • Reinaldo Luis

    Boa noite!
    Estou afastado por motivo de acidente de trabalho “Cirurgias de Túnel de Carpo em 2002 e 2006; Cirurgia de Manguito Rotador em 2012 e 2014”. Porém em janeiro de 2015 quando obtive alta do inss a empresa me devolveu para que fosse feito Reabilitação Profissional, fiquei aguardando o inss até dia 14/06/17, onde passei por Entrevista com Assist. Social e com medico périto. Porém quando recebi a comunicação de decisão, a mesma consta que meu beneficio foi concedido até o dia da pericia 14/06, e ao mesmo tempo consta uma frase que o segurado em Auxilio Doença que retornar voluntariamente a mesma atividade, poderá ter seu Auxilio cancelado a partir da data do retorno.
    Agora pergunto se eu voltar para o meu trabalho sem o certificado de reabilitação a empresa vai mandar eu retornar para a mesma função, e se eu não retornar não vou ter recurso pois o meu beneficio foi até o dia 14/06.
    Achei uma decisão com duplo sentido.
    O que fazer?

  • 2leno

    Olá! Dr. Waldemar.estou realizando a reabilitação profissional e
    terminei o curso,só que tenho limitação e esse curso exige quase em sua
    totalidade uso de força,movimentos de subir em escada e outras
    coisas,tenho um relatorio do médico que fala das minhas limitaçãoes por
    causa de sequela no joelho(artrose,condropatia e outras tudo sequelas do
    acidente)fui diagnosticado com transtorno afetivo bipolar grave e o
    medico psiquiatra mandou permanecer seis meses afastado cid F-31.4 e
    estou com um pedido de cirurgia de ombro e tambem, tenho o relatório
    desse outro médico dizendo que não posso realizar nenhuma atividade
    laboral nesse momento,más o inss quer me obrigar a fazer estagio na area
    do curso para eu pegar meu diploma e ser cessado meu beneficio.mesmo
    eu mostrando o laudo eles disseram que se eu não entrar em um estágio em
    30 dias sera cessado meu beneficio o que eu faço?tenho que fazer a
    cirurgia e eles estão me obrigando a deixar de fazer a cirurgia pra
    fazer estagio! obrigado.

  • Renato R Souza

    Concordo com tudo que foi explicado,pois sou vítima deste sistema ineficaz. A justiça já havia determinado meu retorno ao direito de receber o benefício e logo ser direcionado a condição de reabilitação,por motivo de acidente de trabalho,eu,deveria ter o direito à reabilitação e logo que concluído,voltar para empresa em outra função,mas nada disso foi feito,e acabou no esquecimento dos órgãos que deveriam garantir minha integridade. Um período após,meu benefício foi bloqueado,e agora tenho que começar todo o procedimento como se não fosse ou tivesse nada de decisão a meu favor.
    Realmente,é constrangedor ter que passar por tudo isso novamente!

  • Silvestre Silvestre

    Boa tarde me chamo Niferbac tenho 50 anos a 3,6 anos estou de auxilio doença e me indicaram a reabilitaçao ,sou monocular e tenho glaucoma no olho direito segueira no esquerdo voltei a estudar para melhoria de instruçao indicado pelo inss,hoje estou terminando o encino fundamental,mais a encarregada da reabilitaçao quer q eu faça um curso ,nao terminei o fundamental ,e quero continuar os estudos,só que o inss disse q sou obrigado a fazer o curso q eles querem! para cortarem meu auxilio disseram que ja faz muito tempo de beneficio ,isso pode?pois estou querendo fazer o ensino medio

  • Erison Deucker

    Planos tarde alguém da área previdenciária pra tirar algumas dúvidas por favor agradeço muiiito

    • dinha leite

      Recebo auxílio doença desde 2013, esse ano o INSS pediu que eu fizesse reabilitação profissional, nunca trabalhei com carteira assinada, era autônoma fazia vendas de porta em porta, quando não pude mais fazer esforços, gostaria de saber como devo proceder? Dr Waldemar Ramos

  • Felipe Monteiro

    Olá recebo o auxílio doença desde 2011 pois sofri um acidente de moto, e tive a perna amputada, agora querem me encaminhar para a empresa que trabalhava mesmo sem a prótese que dificulta a deambulação até mesmo para chegar ao local, o que posso fazer nesse caso?
    Falaram que vão cortar o benefício se não voltar ao trabalho!

    • No seu caso cabe uma ação previdenciária para requerer a aposentadoria por invalidez.

  • Erick Morais

    oi sou o gilson , estou recebendo auxilio doença a quase dois anos , tenho que fazer uma cirurgia no ombro e colocar protese mais ainda estou na fila de espera no hospital, so que o inss quer me colocar opra fazer reabilitação profissional . mesmo nao estando operado , nesse caso ao fim do curso serei obrigado a trabalhar e meu beneficio cancelado ?

    • Sim, deverá retornar ao trabalho, porém, caso não possua condições de retornar, sugiro ingressar com ação trabalhista.

  • Qual Estado você reside?

    • Vitoria Marques

      Mato grrosdo do sul em nova alvorada do sul

      • Vitoria Marques

        Estou tentando uma vaga na área de Telemarkitng estou contente nesse período tive depressão graças adeus estou bem minha dores inchaço perna e pés onde houve acidente hoje não movimento motora senilidade pouca circulação muito pouco. Vou tentar porque incha muito doi muito tenho usar faixa com pressão para animisar. A dpor fico constrangida em usar

  • MONICA OLIVEIRA

    Bom dia! Quando o INSS dá um certificado de reabilitação, ele tem validade? Este certificado precisa ser renovado temporariamente?

  • Nilsa Cláudia

    quem trabalhou rual 10 anos e 15 urbano pode contar junto na aposentadoria

  • 2leno

    Olá! Dr. Waldemar.estou realizando a reabilitação profissional e
    terminei o curso,só que tenho limitação e esse curso exige quase em sua
    totalidade uso de força,movimentos de subir em escada e outras
    coisas,tenho um relatorio do médico que fala das minhas limitaçãoes por
    causa de sequela no joelho(artrose,condropatia e outras tudo sequelas do
    acidente)fui diagnosticado com transtorno afetivo bipolar grave e o
    medico psiquiatra mandou permanecer seis meses afastado cid F-31.4 e
    estou com um pedido de cirurgia de ombro e tambem, tenho o relatório
    desse outro médico dizendo que não posso realizar nenhuma atividade
    laboral nesse momento,más o inss quer me obrigar a fazer estagio na area
    do curso para eu pegar meu diploma e ser cessado meu beneficio.mesmo
    eu mostrando o laudo eles disseram que se eu não entrar em um estágio em
    30 dias sera cessado meu beneficio o que eu faço?tenho que fazer a
    cirurgia e eles estão me obrigando a deixar de fazer a cirurgia pra
    fazer estagio! obrigado.

  • Treinador Fabio Caputo

    Olá. Minha esposa trabalhava como professora e teve câncêr na tireóide. Ainda está em tratamento e recebendo benefício do INSS. O problema é que exatamente hoje, uma perita disse a ela que deveria passar por tal reabilitação profissional, mesmo após receber documento da instituição em que minha esposa trabalha afirmando que não há vaga para realocá-la. A perita afirmou que minha esposa deverá passar pela reabilitação profissional mas o problema é que minha esposa tem nível superior em educação Física e está concluindo uma pós graduação em psicomotricidade. Como alguém com 15 anos de magistério e nível superior poderia se “reabilitar profissionalmente” com curso técnico de nível médio? A perita afirmou que no próximo dia 30 minha esposa deve assinar um termo se negando a participar da reabilitação ou deverá aceitá-la. Como podemos ser intimados a assinar tal documento? A chantagem emocional é terrível e minha esposa ainda está tratando o câncer. Já passou por 2 radioterapias e sua glândula tireóide ainda está ativa, o que já garantiu a ela uma nova sessão de radioterapia. Sua médica disse que seu tratamento não cessa nos próximos 5 anos. Estamos desesperados, sem saber o que fazer. Somos do RJ, Capital.

  • Vitoria Marques

    Assisti seu vídeo me chamo valkiria marques Camargo tenho acidente de trabalho a 8 anos fora do mercado dê trabalho tenho 36 anos fiz reabilitação profissional mas não encontrei nem um emprego ainda mas perdi todos movimento do pé direito

  • Ana Maria Rocha

    fiz dois anos de reabilitaçao profissional e me mandaram para uma pericia com ortopedista e ele contatou imcapacidade mas a medica da reabilitação me deu mais tres meses de auxilio doença o que devo fazer. ja que foi contatado a icapacidade

  • gi Fernandes

    Olá , fiquei por dois anos na reabilitação profissional, tive um treinamento na cozinha, mas meu local era ajudante geral, eu trabalhava com verduras, as limpavam , cortava e embalava, cortei o tendão flexor do polegar , e tive q fazer duas cirurgias , entre uma cirurgia e a outra se passaram dois anos e meio, nesse tempo retornei ao trabalho, mas com as mesmas funções de antes, pois na cozinha não havia lugar para mim, ainda assim fui designada a trabalhar, levantando peso ,movimento repetitivos, q resultaram muitas dores, acabei de fazer a segunda cirurgia, gostaria de saber se posso retornar a reabilitação pela segunda vez, e se tenho direito a recebe auxílio família, pois não recebi em momento nenhum? Grata

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